Origem e contexto

O Zohar: o Livro do Esplendor

Provisório: o Zohar é o principal texto da Cabalá, atribuído tradicionalmente a Moisés de León no século XIII, na Castela. Sua redação é apresentada como um comentário narrativo à Torá, em aramaico, com passagens em hebraico.

Gênese textual

Provisório: a história da composição é debatida por estudiosos. Historiadores distinguem a atribuição tradicional das análises documentais que apontam para múltiplas camadas redacionais ao longo do tempo.

Simbolismo e hermenêutica

Provisório: a leitura do Zohar articula sentido literal, alegórico e místico. Sua importância hermenêutica está em oferecer um vocabulário próprio para pensar a relação entre Deus, criação e leitura da Torá.

Manuscritos clássicos

Cuidado com o texto original

Provisório: os manuscritos clássicos do Zohar são conhecidos por fragmentos e cópias posteriores. A edição preserva a grafia hebraica original e separa, com clareza, o texto publicado dos apontamentos editoriais.

Três eixos de leitura

Como ler o Zohar

Leitura linear

Provisório: acompanhar o texto na ordem de sua apresentação, respeitando o fluxo narrativo do comentário à Torá.

Seções temáticas

Provisório: percorrer temas como criação, exílio e redenção, reunindo passagens dispersas por eixo conceitual.

Comentários tradicionais

Provisório: integrar a leitura aos comentários clássicos, situando o Zohar na tradição exegética que o recebeu e interpretou.